quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Natal.


Eu deveria escrever um post de Natal, com alguma mensagem bonita sobre essa data; fosse poema, crônica, dissertação. E caso achasse o cumulo do absurdo o Mundo todo (ou quase) parar por essa data, escrever um texto com toda minha indgnação desse capitalismo selvagem; ou se considerasse necessário não somente pelo sentido religioso, mas pelo sentido emotivo que pode armazenar.

Entretanto a caneta nega-se a realizar isso, e deixa a folha em branco.
Nenhuma das minhas personalidades gostaria de escrever sobre isso.
Nada, nem uma linha.
Na verdade só me vem na mente o livro de Charles Dickens que analisei no Círculo de Leitura, sobre os fantasmas do Natal; passsado, presente e futuro. E miseras considerações sobre minha vida, e miseros medos de sempre.Que fugiriam da temática natalina e seria anulada em temática e coletânea.

Bem, só para não me chamarem de Grinch: Feliz Natal; eu amo todo mundo, mas não preciso do Natal para me declarar.