
Sinto minha alma ser tomada pelas lágrimas
e sei que eu mesma me afogo
em um homicídio na qual
sou a executora e ao mesmo tempo
a testemunha ocular.
Em meu peito
queima a saudade
e esse coração dói, dói, pesadamente.
Eu me sinto afundar.
E tudo começou com um virar e preencher de páginas e canetas baratas, envoltas em fumaça de cigarros alheios e xícaras de chá.
No seu mundo nada mais se perderia: agulhas no palheiro.