Há de se acreditar que existe algo mais profundo e belo do que toda essas meias verdades, esses meios sorrisos, essas meias evidências.
Há de se acreditar que as estrelas são mais que explosões e que tudo resume-se a poeira cósmica e cálculos no papel.
Há de se acreditar que as flores vão nascer nas nossas janelas com os morangos e virão muitas borboletas e esquecer da época de estiagem e das lagartas.
Há de se acreditar no futuro embora seja tão difícil ver o ponteiro mudar de lugar.