sexta-feira, 21 de março de 2008

Sentidos

E podia sentir infiltrando-se por debaixo das portas,
Entrando vagarosamente na vida de todas as pessoas que estavam a
Dormir e esperar silenciosamente pelo próximo dia.
Aquele hálito quente lutava silenciosamente com o dos outros moradores do mundo.
Ninguém sabia como agir, ou o que fazer. Continuaram todos a sonhar pesadamente, mas a menina via, observava que algo ocorria.
Não podia alertar a ninguém.
Um dia chegou perto de si mesma aquele hálito que ela tanto conhecia, farejando,
Rastejando e sentiu seu medo. A pequena olhou para frente e antes que piscasse seus olhos, perdeu a luta.
Sua cabeça pendeu singelamente para ao lado e uma mistura de cores azuis, tons de roxos e púrpuras tomou o ambiente.